Uma comitiva da Cooperja, formada pelos Conselhos Administrativo e Fiscal e quatro colaboradores viajaram para o Oeste Catarinense com o objetivo de trocar experiências com cooperativas daquela região. O roteiro iniciou no domingo, dia 20 de maio e continuou durante toda a semana.
A primeira cooperativa visitada foi a Cooperitaipu, localizada em Pinhalzinho. O grupo também visitou a propriedade modelo do empresário rural Antonio Maldaner. A viagem seguiu para Cunha Porã, onde conheceram a estrutura da Auriverde, inclusive a fábrica de ração para bovinos, suínos e aves. A terceira Cooperativa a ser visitada foi a Cooper A1, em Palmitos e suas peculiaridades. Em todos estes locais a comitiva da Cooperja pode conhecer os supermercados, lojas agropecuárias, centros de distribuição e indústrias.
Ainda na terça-feira, o grupo seguiu para Chapecó, onde visitaram o frigorífico de suínos da Aurora Alimentos e conversamos com os diretores. Também em Chapecó conhecemos a Cooper Alfa, a direção e alguns dos seus negócios. A sexta cooperativa foi a Coperdia, localizada em Concórdia. Para finalizar, o grupo seguiu para Campos Novos, onde visitou duas cooperativas: a Coopercampos, onde também visitou a fazendo de um dos seus associados e; a Coocam, que mostrou sua unidade de beneficiamento de sementes e a fábrica de ração.
A Comitiva da Cooperja avaliou a viagem de forma positiva. Todos concordaram que muitos exemplos podem ser adaptados para a realidade da região onde estão inseridos. E, que assim como a Cooperja, todas as cooperativas visitadas são fundamentais para as comunidades onde estão inseridas. “A Cooperativa é muito mais ampla do que apenas resolver um pequeno problema de plantio e comercialização. Quando se fala de saúde, educação e outros itens, é que conseguimos ver tudo que representa a Cooperativa na vida do agricultor”, declarou o produtor rural e conselheiro da Cooperja, André Acorde.
O presidente da Cooperja, Vanir Zanatta, também fez a sua avaliação. “Em todas as viagens que fazemos na vida, aprendemos a ser melhor. Nesta especificamente entre cooperativas agropecuárias catarinenses, vimos persas maneiras de administração, de pensamentos, de controles. Acompanhamos diretores e gerentes preocupados com seus associados e clientes. O cooperativismo é uma força necessária hoje no meio rural, mostrando oportunidades, orientando, levando conhecimentos. Cabe ao associado aceitar as novas tecnologias. Todas querem deixar mais renda ao agricultor. E ele tem a decisão de fazer ou não. Além de tudo que se aprendeu com as coirmãs, houve a integração dos nossos conselhos. Isso também ajuda no dia a dia. Agradecemos a todos os diretores e funcionários que nos recepcionaram. Muito obrigado”, conclui Zanatta.