A Cooperja busca promover, através do cooperativismo, o desenvolvimento econômico das comunidades onde atua, com responsabilidade sócio-ambiental. Esta é a missão da Cooperativa, que a leva muito a sério. Desta forma, realiza ações sustentáveis nos persos setores em que atua. Um exemplo disso é a utilização de lavadores de gases nas suas indústrias de beneficiamento de arroz, em Santo Antônio da Patrulha (RS) e em Jacinto Machado (SC). Esta última também utiliza chaminé com filtro, que em breve será substituída, pois seu sistema de controle de emissões atmosféricas, possui índice próximo ao limite fixado na licença ambiental de operação.
O engenheiro ambiental da Cooperja, Lucas Possamai Della, explica que não existe tratamento de fumaça 100% eficiente, pois todos os sistemas são relativamente novos. Isto obriga a realização de testes constantes para descobrir quais operações se adaptam melhor a cada realidade.
Segundo o engenheiro, após a instalação dos lavadores, foi realizada uma amostragem. “O resultado foi concentração de material particulado 42mg/Nm³ e escala de Ringelmann, grau de enegrecimento igual a 01 (um), com densidade colorimétrica igual a 20%. O limite aceitável é 70mg/Nm³. E é interessante esclarecer que não existe nada abaixo do grau 01 (um). Ou seja, este é o melhor índice possível”, declara Della.
Na Cooperja existem funcionários responsáveis por constatar as alterações de níveis e agir imediatamente quando necessário. “O sistema antigo atendia as exigências, mas não na forma totalmente satisfatória. Desde abril deste ano, estamos operando com os lavadores e agora o sistema além de atender, está abaixo do limite máximo de emissão. Mais precisamente 40% abaixo do limite”, explica o engenheiro ambiental.
Existem ainda outros sistemas de tratamento de fumaça, no mercado, como o filtro manga. Porém, além de ser mais caro, ainda é perigoso, uma vez que corre-se o risco de incêndio.