A Cooperja disponibiliza para seus colaboradores atendimento médico gratuito. Todas as quintas-feiras, o médico do trabalho e responsável pelo PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), Dr. Diógenes Florêncio Caldieraro e o médico examinador, Dr. Pedro Henrique de Sá Neves atendem em Jacinto Machado. Já em Praia Grande, o médico do trabalho responsável pelos atendimentos é o Dr. Adail Roberto Nunes da Costa.
Além das consultas clínicas, também são disponibilizados todos os tipos de ASO (Atestado de Saúde Ocupacional), como por exemplo, admissional, demissional, troca de função e retorno ao trabalho. O técnico de segurança do trabalho e responsável pelo agendamento das consultas, Álvaro Henrique, explica como funcionam estas solicitações. “ASOs admissional, troca de função e demissional, o colaborador precisa fazer exames que são exigidos no PCMSO. Estes exames são solicitados pelo médico coordenador, após analisar os riscos que a empresa tem em suas atividades. Já o ASO de retorno ao trabalho, não é necessário realizar exames, apenas uma consulta clínica com o médico”, afirma o técnico.
Segundo a instrutora de Ginástica Laboral da Cooperja, Karoline H. Pereira, o atendimento médico é fundamental, principalmente em relação as atividades que a mesma realiza. “A maioria das pessoas não procura um médico regularmente e o programa da GL é um incentivador do cuidado com a saúde. Nesse momento algumas pessoas percebem dificuldades diante das suas atividades diárias e, encontram dentro da empresa um profissional qualificado que atende estas necessidades”, declara Karoline. A colaboradora da sede administrativa Charlene Piva Mosarle também fala a respeito. “Acho muito importante ter um médico à disposição, dessa forma não temos a necessidade de ficar nos deslocando para outra cidade em busca de atendimento”, cita Charlene.
O funcionário da unidade industrial, Saimon Teixeira Bellettini ficou satisfeito com o atendimento recebido. “Precisei ir ao médico e fui muito bem atendido. Resolvi meu problema rapidamente, uma vez que agendei a consulta e na mesma semana recebi o atendimento. Além disso, não precisei faltar o serviço para procurar outro médico”, declara Bellettini. “É de extrema importância ter um médico a disposição da empresa. Hoje percebemos tantos problemas devido aos movimentos repetitivos, ergonomia, entre outros, que todo funcionário tem direito de fazer e receber tratamentos seqüenciais, periódicos”, destaca Morgana Alves, colaboradora da loja agropecuária de Praia Grande.
Em média, a Cooperja realiza 40 atendimentos mensais, incluindo ASOs e consultas clínicas. Todas as empresas devem ter um médico responsável pelo PCMSO, independente do número de empregados contratados. Porém, médicos que realizam atendimento dentro da própria empresa, depende de alguns fatores descritos na NR4 (Norma Regulamentadora), determinados pelo SESMT (Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho).